segunda-feira, 30 de março de 2020

quinta-feira, 26 de março de 2020

ANATOMIA HUMANA / Ossos do Quadril




ASSISTIR COM FONE DE OUVIDO DEVIDO A ALTERAÇÕES NO ÁUDIO 
Turma de Anatomia Humana,
Boa noite!
Peço para que assistam os slides dos Ossos do Quadril.
O objetivo central é mostrar uma visão geral do quadril e mostrar os principais acidentes anatômicos do quadril.
Obrigado!

quarta-feira, 25 de março de 2020

PRIMEIRO ESTUDO DIRIGIDO PARA APLICADA A PNEUMOLOGIA 1

Turma de Fisioterapia Aplicada a Pneumologia 1. 
OBJETIVO: Leitura (reconhecer as células que são responsáveis pela defesa do corpo)
VÍRUS X SISTEMA DE DEFESA DO CORPO 
O corpo tem barreiras para impedir a entrada de patógenos, como são chamados os microrganismos que afetam nossa saúde.
Elas podem ser mecânicas, como a pele, microbiológicas — por exemplo, a flora de bactérias do intestino —, ou químicas, como as enzimas presentes na saliva ou o suco gástrico do estômago.
Se um corpo estranho consegue superar estas barreiras, cabe ao sistema imunológico nos proteger.
Todas as pessoas nascem com defesas naturais contra invasores. Esta é a chamada resposta imunológica inata, que é acionada automaticamente quando células detectam que foram infectadas e enviam sinais químicos para avisar que o corpo está sob ataque.
Isso faz com que outras células acionem mecanismos para se tornarem menos suscetíveis à infecção e ativa o sistema imunológico, que vai pôr em ação células específicas para combater o invasor.
Estas células são fabricadas continuamente pela medula óssea, a partir de células-tronco, que estão em um estágio inicial de desenvolvimento e tem o potencial de se transformar, em um processo de diferenciação, para cumprir funções específicas.
Desta forma, as células-tronco se tornam leucócitos — ou glóbulos brancos —, que atuam em nosso sistema imunológico. Uma elevação na quantidade de leucócitos no exame de sangue é indício de uma infecção. Se estiver abaixo do normal, o sistema imunológico está enfraquecido.
Os neutrófilos são o tipo de leucócito mais numeroso e atuam como a primeira linha de defesa do organismo. Eles envolvem e eliminam o invasor por meio da fagocitose, produzindo enzimas digestivas que destroem o patógeno.
Também liberam sinais químicos que recrutam mais células para atacar a ameaça. Isso gera uma inflamação na região onde está o invasor. Esta área é irrigada com sangue, que traz consigo mais leucócitos para auxiliar no combate.
Outro tipo de glóbulo branco, o linfócito conhecido como natural killer (assassino natural, em inglês), age principalmente contra tumores e vírus. Ele libera grânulos de proteína ao redor do alvo que fazem o patógeno se autodestruir.
Um terceiro tipo de leucócito, o macrófago, também atua neste estágio fagocitando invasores, mas cumpre outra função importante no próximo estágio da resposta imune.

fonte:https://www.bbc.com

terça-feira, 24 de março de 2020

PRIMEIRO ESTUDO DIRIGIDO PARA NEUROLOGIA APLICADA 2


Bom dia, turma de NEUROLOGIA APLICADA 2. Espero que estejam todos bem!!! 
Abaixo envio o resumo para a avaliação dos pares cranianos.
Peço para que façam a leitura desse resumo.
E respondam a seguinte pergunta:
1. QUAL O MATERIAL BÁSICO PARA UMA AVALIAÇÃO DOS PARES CRANIANOS?
2. QUAIS DOS NERVOS CRANIANOS SÃO APENAS AFERENTES?
FAVOR ENVIAR A RESPOSTA PARA O E-MAIL: joaoguimesilva@gmail.com
Obrigado!!

AVALIAÇÃO DOS PARES CRANIANOS:

A.                Nervo olfatório – responsável pelo sentido da olfação.
Exploração – apresentar para o paciente análise unilateral de odores conhecidos (café, álcool, canela)
Alterações do olfato:
Anosmia – perda do olfato
Hiposmia – diminuição do olfato
Parosmia – percepção anormal de odores
Cacosmia – percepção habitual de odores desagradáveis

Algumas causas de alterações olfativas: causas psíquicas, tumores do lobo frontal, esclerose múltipla.

B.                Nervo óptico  – responsável pelo sentido da visão
Exploração – realizado através da acuidade visual
Alterações da visão:
Hemianopsia – cegueira em uma metade do campo visual
Amaurose – cegueira total
Causa da alterações visuais: neurite optica, atrofia do nervo óptico, tumores da hipófise

C.                Nervos oculomotor, troclear e abducente:
Exploração: movimentos do globo ocular.
A exploração se realiza solicitando ao paciente que execute movimentos oculares múltiplos com a cabeça fixa ( acompanhar com os olhos o dedo do examinador em várias direções)
Alterações: oftalmoplegias ( ptose palpebral, estrabismo, diplopia)

Causas das Alterações: traumatismo craniano, diabetes melito, encefalites, tumores cerebrais, acidentes vasculares cerebrais

D.                Nervo trigêmeo
O ramo sensitivo do trigêmeo é explorado pelos processos descritos para a pesquisa de sensibilidade em geral.
O ramo motor é explorado pesquisando-se a força muscular dos músculos mastigadores e os movimentos de lateralidade da mandíbula.

E.                Nervo facial
O ramo motor explora-se solicitando ao paciente a realização de movimentos: fechar os olhos, franzir a testa, abrir a boca, encher a boca de ar, assobiar.
O ramo sensitivo é testado através da verificação do paladar.

Alteração: paralisia facial

Causas: traumatismos, tumores, acidentes vasculares e idiopáticas

F.  Nervo vestibulococlear
Ramo coclear –sentido da audição
Exploração com um diapasão. O indivíduo deve ouvir bem em ambos os ouvidos. Pode-se colocar o diapasão a vibrar sobre a apófise mastoide.
Ramo vestibular – sentido do equilíbrio
Pesquisa-se sinais como vertigem, náuseas, vômitos, distúrbios do equilíbrio estático e da marcha.

Alterações da audição: otites, tumores do lobo temporal, doença do ouvido externo e médio

Alterações do equilíbrio: Síndromes vestibulares

G.  Nervo glossofaríngeo e vago
Análise da dinâmica da deglutição. As lesões do glossofarígeo/vago costumam acabar em engasgos e disfagia.
Análise da motilidade do véu do paladar, pedindo para o paciente pronunciar a vogal “a”. observa-se o desvio da úvula

H. Nervo espinhal
Essencialmente motor –inervação do trapézio e do ECOM
Exploração: verificação dos contornos musculares e da força muscular.

I.  Hipoglosso
Essencialmente motor – musculatura da língua e região-hióidea
Exploração: A língua deve ser inspecionada em busca de atrofias e miofasciculações. Solicita-se ao paciente a realização de movimentos coma língua, tocar a língua na região do palato.





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